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dc.contributor.authorDégallier, Nicolas-
dc.contributor.authorRosa, Amélia Paes de Andrade Travassos da-
dc.contributor.authorSilva, José Maria C. da-
dc.contributor.authorRodrigues, Sueli Guerreiro-
dc.contributor.authorVasconcelos, Pedro Fernando da Costa-
dc.contributor.authorRosa, Jorge Fernando Soares Travassos da-
dc.contributor.authorSilva, Geraldo Pereira da-
dc.contributor.authorSilva, Raimundo Pereira da-
dc.date.accessioned2017-06-20T14:08:39Z-
dc.date.available2017-06-20T14:08:39Z-
dc.date.issued1992-
dc.identifier.citationDÉGALLIER, Nicolas et al. As aves como hospedeiras de arbovírus na Amazônia Brasileira. Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi.Serie Zoologia, v. 8, n. 1, p. 69-111, 1992.pt_BR
dc.identifier.issn0077-2232-
dc.identifier.urihttp://patua.iec.gov.br/handle/iec/2623-
dc.description.abstractUm total de 12423 plasmas ou vísceras de aves, distribuídas em 40 famílias, 193 gêneros e 304 espécies, foi coletado em 18 localidades da Amazônia Brasileira. 70 amostras de 14 tipos diferentes de arbovírus foram isoladas desse material e 1743 plasmas foram positivos para pelo menos um tipo viral. A família Formicariidae forneceu os maiores números de amostras virais isoladas (1,20%) e plasmas positivos (30,21%). Os arbovírus mais prevalentes em aves foram Oropouche (3,86%), Encefalite Equina do Oeste (3,06%)y Encefalite Saint Louis (2,80%), Turlock (1,31%), Itaporanga (1,00%)y Tacaiuma (0,73%), Mayaro (0,49%) e Encefalite Eqüina Leste (0,48%). Os arbovírus foram classificados segundo as preferências ecológicas, tipos de vegetação e estrato e espécies de aves hospedeiras. A distrbuiçäo ecológica dos virus parece contínua entre aqueles totalmente associados à floresta de terra firme nos níveis entre 0 - 15 m (Rocio, Utinga, Kwatta, Gamboa e Icoaraci), bem como nos associados com estratos intermediários dessa floresta porém, também com capoeira (Oropouche, Turlock Itaporanga, Guaroa, Triniti, Caraparu, Jurona, Una, Encefalite de Saint Louis e Encefalite equina do oeste). O mesmo foi observado com relação aos encontrados em níveis mais altos da floresta e na capoeira (Cacipacoré, Mayaro, Ilhéus, Candiru e Tacaiuma), os associados com capoeira e floresta de igapó e enfim, aos extremamente versáteis como o vírus da Encefalite eqüina leste, que foi encontrado em todos tipos e estratos de vegetação. Confirma-se o importante papel de aves como hospedeiros vertebrados dos virus Jurona, Itaporanga, Mayaro, Oropouche, Belém, Pixuna, Una e Tacaiuma. Soros de aves positivos para o vírus Rocio constituem a primeira indicação da possível presença desse agente na região Amazônica. Aves são até agora os únicos hospedeiros silvestres conhecidos para os vírus Cacipacoré, Candiru e Pacora-like. Na discussão é introduzido o conceito de nicho ecológico para os arbovírus, definido como o volume multi-dimensional, sendo que cada dimensão corresponde a uma variável ecológica. Afora as variáveis consideradas no presente estudo (tipos de vegetação e estratos preferidos pelas aves, famílias de aves hospedeiros e natureza dos vetores), os fatores que parecem ter maior importância para evolução dos ciclos dos arbovírus são as reações sorológicas entre arbovirus de um mesmo grupo. Com poucas exceções, esses fatores impediriam o estabelecimento de vírus muito relacionados entre si nos mesmos hospedeiros vertebrados, situação que parece não ter ocorrido com os hospedeiros artrópodes.pt_BR
dc.description.abstractBirds as arbovirus hosts in Brazilian Amazonia. A total of 12423 samples of birds' sera or viscera, representing 40 families, I93 genera and 304 species, was collected in 18 localities in brazilian Amazonia. 70 strains of 14 distinct types of arboviruses were isolated and 1743 sera were found with antibodies against at least one arbovirus type. Formicariidae famils firnkhed most straim (1,20%) and positive sera (34,21 %). The most prevalent arboviruses in birds were Oropouche (3,86%), Westem Equine Encephalitis (3,06%), Saint Louis Encephalitis (2,80%), Turlock (1,31%), Itaporanga (1,00%), Tacaiuma (0, 73%), Mayaro (0,49%.) and Eastern Equine Encephalitis (0,48%). Arboviruses were classified according to the preferred vegetation types and stratas of their birds' hosts. The ecological distribution of the arboviruses seems to localize along a continuum from 0-15 m levels in terra firme forest (Rocio, Utinga, Kwana, Gamboa and Icoaraci), intermediate levels of the same forest and secondary growth areas (Oropouche, Turlock Itaporanga, Guaroa, Triniti, Caraparu, Jurona, Una, Encefalite de Saia Louis and Encefalite eqiiina do oeste), canopy of the forest and secondary growth vegetation (Cacipacore, Mayaro, Ilhéus, Candiru and Tacaiuma), the latter vegetation type and inundated forest, and finally extremely verdatile viruses like Eastem Equine Encephalitis which were encountered in birds from every vegetation types and levels. The important role of birds in the sylvatic cycles of viruses Jurona, Itaporanga, Mayaro, Oropouche, Belém, Pixuna, Una and Tacaiuma is confirmed. Bird sera positive for Rocio virus is the first indication of the possible presence of this agent in the amazonian region. Birds are as yet the only know hosts for the viruses Cacipacore, Candiru and Pacora-like. The ecological niche concept is discussed in relation with ecology of arboviruses. The adopted definition is that of a hyper-dimensional volume, of which each dimension represents one ecological variable. One of the most limiting factors in the evolution of arboviruses' cycles may be the group-reacting antibodies produced by the vertebrate host and resulting in the impossibility for the same individual to be viremic for more than one virus type in the same serological group, at least during some time. More studies are needed to quantify the relative importance of numerous vectors, and determine the width and superposition of the eco-niches of neotropical arboviruses.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherMuseu Paraense Emilio Goeldipt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAs aves como hospedeiras de arbovírus na Amazônia Brasileirapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.decsPrimaryAvespt_BR
dc.subject.decsPrimaryArboviruspt_BR
dc.subject.decsPrimaryInfecções por Arboviruspt_BR
dc.subject.decsPrimaryReservatórios de Doençaspt_BR
dc.subject.decsPrimaryVetores de Doençaspt_BR
dc.subject.decsPrimarySorologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryRegião Amazônica (BR)pt_BR
dc.creator.affilliationInstitut Français de Recherche Scientifique pour le Développement en Coopération. Belém, PA, Brasil / Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMuseu Paraense Emílio Goeldi. Departamento de Zoologia. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR


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