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dc.contributor.authorDégallier, Nicolas-
dc.contributor.authorRosa, Amélia Paes de Andrade Travassos da-
dc.contributor.authorVasconcelos, Pedro Fernando da Costa-
dc.contributor.authorRosa, Elizabeth Salbé Travassos da-
dc.contributor.authorRodrigues, Sueli Guerreiro-
dc.contributor.authorSá Filho, Gregório Carneiro-
dc.contributor.authorRosa, Jorge Fernando Soares Travassos da-
dc.date.accessioned2017-06-20T16:26:00Z-
dc.date.available2017-06-20T16:26:00Z-
dc.date.issued1992-
dc.identifier.citationDÉGALIER, Nicolas et al. New entomological and virological data on the vectors of sylvatic yellow fever in Brazil. Ciência e Cultura, v. 44, n. 2/3, p. 136-142, Mar. - June 1992.pt_BR
dc.identifier.issn0009-6725-
dc.identifier.urihttp://patua.iec.gov.br/handle/iec/2624-
dc.description.abstractO presente trabalho enfatiza resultados recentes sobre eco-epidemiologia da febre amarela, obtidos em duas localidades ecologicamente muito diferentes: Barcarena (PA), situada na floresta amazônica densa, e a região de Campo Grande (MS), coberta de cerrado atravessado por florestas de galeria na região Centro-oeste. No primeiro local foi isolada uma amostra a partir de um lote de 6 Haemagogus janthinomys. Na região de Campo Grande, 2. 480 mosquitos antropófilos foram coletados, dos quais cerca de 40% eram vetores potenciais da FA. Essas espécies, classificadas por ordem decrescente de abundãncia, eram: Ae. scapularis, Sa. chloropterus, Hg. janthinomys, Hg. leucocelaenus, Hg. spegazinii e Sa. soperi. Quatro amostras de FA foram isolados a partir de Hg. janthinomys, uma de Sa. chloropterus (primeiro registro na América do Sul), e uma de Sa. soperi (primeiro registro). As taxas mínimas de infecção variaram segundo os locais coleta, mas foram sempre alta comparação com dados anteriores. A taxa média de sobrevivência diária do Hg. janthinomys é igual a 0,9635, permitindo estimar o seu valor na ocasião em que os caso humanos mais recentes foram provavelmente contaminados. deduziu-se que as epizootias foram muito intensas e mais ou menos simultâneas nos dois locais considerados. O maior problema a ser resolvido é o modo de re-introdução do vírus, ou sua sobreviv~encia, em cada região sob estudo.pt_BR
dc.language.isoengpt_BR
dc.publisherSociedade Brasileira para o Progresso da Ciênciapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleNew entomological and virological data on the vectors of sylvatic yellow fever in Brazilpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.decsPrimaryFebre Amarela / epidemiologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryVetores de Doençaspt_BR
dc.subject.decsPrimaryEntomologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryCulicidae / crescimento & desenvolvimentopt_BR
dc.subject.decsPrimaryRegião Centro Oeste (BR)pt_BR
dc.subject.decsPrimaryCampo Grande (MS)pt_BR
dc.subject.decsPrimaryRegião Norte (BR)pt_BR
dc.subject.decsPrimaryBarcarena (PA)pt_BR
dc.creator.affilliationInstitut Français de Recherche Scientifique pour le Développement en Coopération. Belém, PA, Brasil / Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Instituto Evandro Chagas. Belém, PA, Brasil.pt_BR


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