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dc.contributor.authorPereira, Washington Luiz Assunção-
dc.contributor.authorGalo, Katiany Rocha-
dc.contributor.authorSilva, Klena Sarges Marruaz da-
dc.contributor.authorSoares, Manoel do Carmo Pereira-
dc.contributor.authorAlves, Max Moreira-
dc.date.accessioned2018-02-09T14:05:13Z-
dc.date.available2018-02-09T14:05:13Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationPEREIRA, Washington Luiz Assunção et al. Ocorrência de hepatites virais, helmintíases e protozooses em primatas neotropicais procedentes de criação domiciliar: afecções de transmissão fecal-oral com potencial zoonótico. Revista Pan-Amazônica de Saúde, v. 1, n. 3, p. 57-60, set. 2010. Disponível em: <http://scielo.iec.gov.br/pdf/rpas/v1n3/v1n3a08.pdf>. Acesso em: 26 fev. 2018.pt_BR
dc.identifier.issn2176-6223-
dc.identifier.urihttp://patua.iec.gov.br//handle/iec/2953-
dc.description.abstractA criação de primatas não humanos em domícilio não é permitida pela legislação ambiental. Entretanto, na Região Amazônica é comum encontrar primatas não humanos convivendo em ambientes familiares. Essa interface favorece a transmissão de doenças de caráter zoonótico. Esta pesquisa se propôs avaliar a presença de alguns agentes zoonóticos em primatas não humanos de criação domiciliar. Foram investigados animais doados ou apreendidos pelo Batalhão de Policiamento Ambiental e/ou Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis no Estado do Pará e encaminhados ao Centro Nacional de Primatas. Durante a quarentena, 25 animais foram submetidos a colheitas de sangue para a obtenção de soro e pesquisa de anticorpos para hepatites virais (tipos A, B e E), realizada no Instituto Evandro Chagas. A análise parasitológica fecal foi realizada em 29 animais, sendo utilizados os métodos de Willis, Hoffman e exame direto. Nenhum dos animais apresentou anticorpos positivos para anti-HBV e anti-HEV; entretanto, 12% dos animais apresentaram positividade para anticorpos anti-HAV totais. Os estudos parasitológicos demonstraram que 48,2% apresentavam algum tipo de parasita com potencial zoonótico, ocorrendo Strongyloides stercoralis em 17,2% casos, sendo que em 3,4% dos casos este parasita estava associado à Giardia lamblia. Isoladamente, Giardia lamblia e Entamoeba histolytica ocorreram, respectivamente, em 3,4% e 10,3% dos casos estudados. Os patógenos descritos nesse estudo são de veiculação fecal-oral. Portanto, concluiu-se que a relação domiciliar de primatas não humanos com o homem não é recomendável e deve ser encarada como problema de saúde pública.pt_BR
dc.description.abstractBrazilian environmental legislation does not allow non-human primates to be raised in captivity. However, this remains a common practice in the Amazon region, and the close proximity of animals and humans facilitates the transmission of zoonotic diseases. The goal of the present study was to evaluate the presence of zoonotic agents in household-raised nonhuman primates. We analyzed animals donated or apprehended by Brazil's Environmental Police Battalion and/or the Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis in Pará State, Brazil, and sent to the Centro Nacional de Primatas. Blood samples taken from 25 animals during the quarantine period were subjected to serum and antibody tests for viral hepatitis (types A, B and E) at the Instituto Evandro Chagas. Parasitological analysis of fecal material was performed on 29 animals using direct examination and the Willis and Hoffman methods. None of the animals tested positive for antihepatitis B or anti-hepatitis E virus antibodies, but 12% were positive for total anti-hepatitis A antibodies. In addition, parasitological studies showed that 48.2% of the animals had parasites with zoonotic potential. Strongyloides stercoralis was observed in 17.2%, but this parasite was associated with Giardia lamblia in only 3.4% of the samples. Giardia lamblia and Entamoeba histolytica were detected in 3.4% and 10.3% of the samples, respectively. All of the pathogens described in this study are transmitted through the fecal-oral route. Therefore, we concluded that non-human primates should not be raised in captivity, and this practice should be addressed as an important public health concern.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Evandro Chagaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleOcorrência de hepatites virais, helmintíases e protozooses em primatas neotropicais procedentes de criação domiciliar: afecções de transmissão fecal-oral com potencial zoonóticopt_BR
dc.title.alternativeViral hepatitis, helminthiasis and protozoan disease in neotropical primates raised in captivity: potentially zoonotic affections with fecal-oral transmissionpt_BR
dc.title.alternativeOcurrencia de hepatitis virales, helmintiasis y protozoosis en primates neotropicales procedentes de cría domiciliaria: afecciones de transmisión fecal oral con potencial zoonóticopt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.decsPrimaryPrimatas / parasitologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryZoonosespt_BR
dc.subject.decsPrimaryEnteropatias Parasitárias / parasitologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryVírus da Hepatitept_BR
dc.creator.affilliationUniversidade Federal Rural da Amazônia. Instituto da Saúde e Produção Animal. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationPrefeitura Municipal de Vigia de Nazaré. Divisão de Vigilância Sanitária. Vigia de Nazaré, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Ananindeua, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Ananindeua, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Ananindeua, PA, Brasil.pt_BR
dc.identifier.doi10.5123/S2176-62232010000300008-


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