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dc.contributor.authorSantos, Daniel Valle Vasconcelos-
dc.contributor.authorSantos, Marco Antonio Vasconcelos-
dc.contributor.authorRodrigues, Izabel Raimunda de Carvalho-
dc.date.accessioned2018-02-19T11:27:02Z-
dc.date.available2018-02-19T11:27:02Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationSANTOS, Daniel Valle Vasconcelos; SANTOS, Marco Antonio Vasconcelos; RODRIGUES, Izabel Raimunda de Carvalho. Produção de hemócitos de caramujos da espécie Biomphalaria glabrata após a exposição a diferentes protocolos de infecção por Schistosoma mansoni. Revista Pan-Amazônica de Saúde, v. 2, n. 2, p. 33-38, jun. 2011. Disponível em: <http://scielo.iec.gov.br/pdf/rpas/v2n2/pt_v2n2a05.pdf>. Acesso em: 26 fev. 2018.pt_BR
dc.identifier.issn2176-6223-
dc.identifier.urihttp://patua.iec.gov.br//handle/iec/2957-
dc.description.abstractO objetivo deste artigo foi determinar o perfil do sistema de defesa celular durante a infecção mansônica. Especificamente, este estudo avaliou o número de hemócitos produzidos e liberados na hemolinfa em resposta à infecção pelo parasita. A quantificação dos hemócitos de Biomphalaria glabrata foi realizada em grupos de caramujos previamente infectados com 5, 10, 15 ou 30 miracídios de Schistosoma mansoni nos dias 1, 5, 10, 15, 20 e 30 pós-infecção. Os resultados revelaram que B. glabrata possui um mecanismo de defesa celular caracterizado pela liberação de hemócitos na hemolinfa. O maior registro de produção celular ocorreu 24 h após a infecção e houve uma redução significante na concentração de hemócitos durante os 10 dias seguintes. No entanto, no dia 15 pós-infecção, houve um segundo aumento na produção de hemócitos, porém não tão acentuado como o primeiro pico. No dia 30 pós-infecção, foi observado outro aumento moderado da produção de hemócitos nas células. Com base neste perfil de resposta celular, o sistema de defesa do caramujo aparenta ser eficiente nos momentos imediatamente posteriores à infecção, mas essa resposta não assegura a destruição de todos os parasitas no curso da infecção.pt_BR
dc.description.abstractThe objective of this work was to determine the profile of the cellular defense system during mansonic infection. Specifically, this study assessed the number of hemocytes that were produced and released into the hemolymph in response to the parasitic infection. The quantification of the Biomphalaria glabrata hemocytes was performed on groups of snails at 1, 5, 10, 15, 20 and 30 days post-infection that had been individually infected with 5, 10, 15 or 30 Schistosoma mansoni miracidia. The results revealed that B. glabrata possesses a cellular defense mechanism that is characterized by the release of hemocytes into the hemolymph. The maximum peak of cellular production occurred 24 hours after infection, and there was a significant reduction in the hemocyte concentration over the following 10 days. However, at 15 days post-infection, there was a second increase in the cellular hemocyte production, although this was not as strong as the primary peak. At 30 days post-infection, there was another moderate rise in the cellular hemocyte production. Based on this cellular response profile, the defense system of the snail appears to be effective immediately following infection, but the response does not ensure the destruction of all parasites during the course of the infection.pt_BR
dc.description.sponsorshipInstituto Evandro Chagas / Fundação Nacional de Saúdept_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Evandro Chagaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleProdução de hemócitos de caramujos da espécie Biomphalaria glabrata após a exposição a diferentes protocolos de infecção por Schistosoma mansonipt_BR
dc.title.alternativeHemocyte production in Biomphalaria glabrata snails after exposure to different Schistosoma mansoni infection protocolspt_BR
dc.title.alternativeProducción de hemocitos de caracoles de la especie Biomphalaria glabrata luego de la exposición a diferentes protocolos de infección por Schistosoma mansonipt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.decsPrimaryBiomphalaria / parasitologiapt_BR
dc.subject.decsPrimarySchistosoma mansoni / parasitologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryHemócitos / parasitologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryInfecção / imunologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryCaramujospt_BR
dc.creator.affilliationUniversidade Federal do Pará. Instituto de Ciências Biológicas. Laboratório de Biofísica Celular. Belém, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Laboratório de Parasitoses Intestinais e Malacologia. Ananindeua, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Laboratório de Parasitoses Intestinais e Malacologia. Ananindeua, PA, Brasil.pt_BR
dc.identifier.doi10.5123/S2176-62232011000200005-


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