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dc.contributor.authorNunes, Marília Lavocat-
dc.contributor.authorOliveira, Stefan Vilges de-
dc.contributor.authorElkhoury, Mauro da Rosa-
dc.contributor.authorFonseca, Lidsy Ximenes-
dc.contributor.authorPereira, Simone Valeria Costa-
dc.contributor.authorCaldas, Eduardo Pacheco de-
dc.contributor.authorGuimarães, José Conceição do Nascimento-
dc.contributor.authorRosa, Elizabeth Salbé Travassos da-
dc.contributor.authorBonvicino, Cibele Rodrigues-
dc.contributor.authorD'Andrea, Paulo Sérgio-
dc.date.accessioned2018-02-22T17:20:36Z-
dc.date.available2018-02-22T17:20:36Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationNUNES, Marília Lavocat et al. Evidência de circulação de hantavírus em área silenciosa da Região Amazônica. Revista Pan-Amazônica de Saúde, v. 6, n. 4, p. 63-67, dez. 2015. Disponível em: <http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2176-62232015000400009&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt >. Acesso em: 22 fev. 2018.pt_BR
dc.identifier.issn2176-6223-
dc.identifier.urihttp://patua.iec.gov.br//handle/iec/2997-
dc.description.abstractOBJETIVO: Relatar a investigação ecoepidemiológica para detecção da circulação de hantavírus em área silenciosa da Região Amazônica. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizada investigação ecoepidemiológica para detecção da circulação de hantavírus no Município de Capixaba, Estado do Acre, Brasil, considerado como área silenciosa para doença. Foram instaladas 490 armadilhas por dia, em três dias consecutivos, totalizando um esforço de captura de 1.470 armadilhas-noite, no período de lua nova. Os animais capturados foram submetidos à eutanásia para coleta das amostras de sangue e órgãos e preservação da carcaça. As amostras coletadas foram analisadas pelo Instituto Evandro Chagas da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, pelo ensaio imunoenzimático ELISA, técnica sorológica utilizada para a detecção de anticorpos IgG. RESULTADOS: Foram capturados 93 roedores silvestres, com um sucesso de captura de 6,3%. Dos capturados, as espécies com maior percentual de espécimens foi Oligoryzomys microtis, com 94,6%. Cinco apresentaram sorologia positiva para hantavírus, quatro O. microtis e um Proechimys cuvieri. CONCLUSÃO: Foi comprovada a evidência de circulação de hantavírus em roedores silvestres no Município de Capixaba. A espécie O. microtis é reservatório do hantavírus Rio Mamoré, reconhecidamente patogênico.pt_BR
dc.description.abstractOBJECTIVE: Reporting the epidemiological field investigation to detect hantavirus circulation in silent area of the Amazon Region. MATERIALS AND METHODS: An epidemiological field investigation was carried out to detect hantavirus circulation in wild rodents in the Municipality of Capixaba, Acre State, Brazil, that is considered a silent disease area. 490 traps were installed per day, on three consecutive days, numbering 1,470 for the collection period at new moon. Captured animals were euthanized to collect of samples of blood and organs and skeletal preservation. The samples were analyzed by the Instituto Evandro Chagas of the Secretariat of Health Surveillance, Brazil's Ministry of Health by enzyme immunoassay (ELISA), serological technique used for IgG detection. RESULTS: In total 93 wild rodents were captured with a capture success of 6.3%. Of the rodents captured, the species with the highest percentage of samples was Oligoryzomys microtis with 94.6%. Five positive tests for hantavirus, four of them are O. microtis and one Proechimys cuvieri. CONCLUSION: Evidence of hantavirus circulation was proven in wild rodents in Municipality of Capixaba. O. microtis species is the reservoir of Rio Mamoré virus, a pathogenic hantavirus.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Evandro Chagaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEvidência de circulação de hantavírus em área silenciosa da Região Amazônicapt_BR
dc.title.alternativeEvidence of hantavirus circulation in a silent area of the Amazon Regionpt_BR
dc.title.alternativeEvidencia de circulación de hantavirus en área silenciosa de la Región Amazónicapt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.decsPrimaryInfecções por Hantavirus / epidemiologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryZoonosespt_BR
dc.subject.decsPrimaryRoedorespt_BR
dc.subject.decsPrimaryEnsaio de Imunoadsorção Enzimática / métodospt_BR
dc.subject.decsPrimaryVigilância Epidemiológicapt_BR
dc.subject.decsPrimaryRegião Amazônica (BR)pt_BR
dc.subject.decsPrimaryComunicaçãopt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis. Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses. Brasília, DF, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis. Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses. Brasília, DF, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis. Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses. Brasília, DF, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis. Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses. Brasília, DF, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis. Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses. Brasília, DF, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationSecretaria Estadual de Saúde do Acre. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Rio Branco, AC, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Ananindeua, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Laboratório de Biologia e Parasitologia de Mamíferos Silvestres Reservatórios. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Laboratório de Biologia e Parasitologia de Mamíferos Silvestres Reservatórios. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.pt_BR
dc.identifier.doi10.5123/S2176-62232015000400009-


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