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dc.contributor.advisorSousa, Rita Catarina Medeirospt_BR
dc.contributor.authorSilva, Mayara Jane Miranda dapt_BR
dc.date.accessioned2018-03-08T12:37:43Z-
dc.date.available2018-03-08T12:37:43Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationSILVA, Mayara Jane Miranda da. Análise qualitativa e quantitativa do vírus Epstein-Barr em diferentes frações sanguíneas de pacientes submetidos ao transplante renal no Estado do Pará. 2017. 89 f. Dissertação (Mestrado em Virologia) - Instituto Evandro Chagas, Programa de Pós-Graduação em Virologia, Ananindeua, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://patua.iec.gov.br//handle/iec/3074-
dc.description.abstractAs infecções virais são as maiores causas de morbidade e mortalidade em pacientes transplantados renais nos três primeiros meses após o transplante e o Epstein-Barr vírus (EBV) é um importante patógeno associado, o qual pode ser transmitido com os aloenxertos ou reativado após o início da terapia imunossupressora. A quantificação do DNA viral é de extrema importância no diagnóstico e avaliação terapêutica para o receptor. Contudo, ainda não há um consenso sobre qual fração de amostra biológica deve ser utilizada, bem como a unidade de medida da carga viral. Portanto, foram avaliados resultados qualitativos e quantitativos através da reação em cadeia da polimerase quantitativa (qPCR) em frações de sangue total, soro, plasma, células mononucleares do sangue periférico (PBMC) e linfócitos B enriquecidos de 55 receptores de transplante renal. O DNA viral foi extraído com auxílio do kit “QIAamp DNA Mini” (QIAGEN) e submetido à reação de qPCR, utilizando o kit EBV Q- PCR Alert (NANOGEN), tendo como alvo a região genica que codifica a proteína EBNA-1. O genoma viral foi detectado em 33,3% dos pacientes antes do transplante renal e em 58,2% no primeiro mês após o transplante. No período pré-transplante, a detecção foi superior nas frações de linfócitos B enriquecidos, enquanto que no pós-transplante a detecção foi superior nas frações de PBMC e linfócitos B. Não houve associação da detecção nem da carga viral com a presença ou ausência de sintomas clínicos nos pacientes. A detecção e a carga viral foram superiores no período pós-transplante e o PBMC mostrou-se o melhor compartimento sanguíneo para o monitoramento inicial do EBV em receptores de transplante renal. Além disso, o perfil latente, com carga viral elevada em alguns casos no pré-transplante pode vir a ser um fator de risco elevado para desordem linfoproliferativa pós-transplante (DLPT) precoce, portanto, sugere-se incluir a avaliação da carga viral na triagem de pacientes que estão aptos a realizar transplante renal.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAnálise qualitativa e quantitativa do vírus Epstein-Barr em diferentes frações sanguíneas de pacientes submetidos ao transplante renal no Estado do Parápt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.decsPrimaryInfecções por Vírus Epstein-Barr / virologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryHerpesvirus Humano 4 / virologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryTransplante de Rim / efeitos adversospt_BR
dc.subject.decsPrimaryInsuficiência Renal / complicaçõespt_BR
dc.subject.decsPrimaryImunossupressão / efeitos adversospt_BR
dc.subject.decsPrimaryHospedeiro Imunocomprometidopt_BR
dc.subject.decsPrimaryCarga Viralpt_BR
dc.degree.grantorInstituto Evandro Chagaspt_BR
dc.degree.levelMestrado Acadêmicopt_BR
dc.contributor.advisorcoCosta, Igor Brasilpt_BR
dc.contributor.memberResque, Hugo Reispt_BR
dc.contributor.memberMonteiro, Jacqueline Cortinhaspt_BR
dc.contributor.memberAmaral, Carlos Eduardo de Melopt_BR
dc.degree.departmentNúcleo de Ensino e Pós-Graduaçãopt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Virologiapt_BR
dc.degree.date2017-04-26-
dc.degree.localAnanindeua / PApt_BR


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