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dc.contributor.authorBarbosa, Verônica Santos-
dc.contributor.authorLoyo, Rodrigo Moraes-
dc.contributor.authorGuimarães, Ricardo José de Paula Souza e-
dc.contributor.authorBarbosa, Constança Simões-
dc.date.accessioned2019-05-15T17:39:59Z-
dc.date.available2019-05-15T17:39:59Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationBARBOSA, Verônica Santos et al. Os Sistemas de Informação Geográfica em estudo sobre a esquistossomose em Pernambuco. Revista de Saúde Pública, v. 51, p. 1-10, Nov. 2017.pt_BR
dc.identifier.issn1518-8787-
dc.identifier.urihttp://patua.iec.gov.br//handle/iec/3684-
dc.description.abstractOBJETIVO: Diagnosticar ambientes de risco para esquistossomose em localidades litorâneas de Pernambuco utilizando técnicas de geoprocessamento. MÉTODOS: Foi realizado inquérito coproscópico e malacológico nas localidades Forte Orange e Serrambi. Foram coletadas variáveis ambientais (temperatura, salinidade, pH, sólidos totais dissolvidos e dosagem de coliformes fecais da água) relacionadas aos criadouros ou focos de Biomphalaria. A análise espacial foi realizada no software ArcGis 10.1, aplicando-se o estimador kernel, mapa de elevação e mapa de distância. RESULTADOS: No Forte Orange, 4,3% da população estava com S. mansoni e existem dois criadouros de B. glabrata e 26 de B. straminea. Os criadouros apresentaram temperaturas de 25ºC a 41ºC, pH de 6,9 a 11,1, sólidos totais dissolvidos de 148 a 661 e salinidade de 1.000 d. Em Serrambi, 4,4% da população estava com S. mansoni e há sete criadouros de B. straminea e sete de B. glabrata. Os criadouros apresentaram temperaturas de 24ºC a 36ºC, pH de 7,1 a 9,8, sólidos totais dissolvidos de 116 a 855 e salinidade de 1.000 d. O estimador de kernel mostra os aglomerados de pacientes positivos e de focos de Biomphalaria, e o mapa de elevação digital indica áreas de concentração de águas pluviais. O mapa de distância mostra a proximidade dos focos dos caramujos em relação às escolas e unidades de saúde. CONCLUSÕES: As técnicas de geoprocessamento se mostraram como importantes ferramentas para a localização e dimensionamento das áreas de risco para esquistossomose, podendo subsidiar as ações de controle por parte dos serviços de saúdept_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (FACEPE – APQ 0035-4.00/13).pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade de São Paulopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleOs Sistemas de Informação Geográfica em estudo sobre a esquistossomose em Pernambucopt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.decsPrimaryEsquistossomose / parasitologiapt_BR
dc.subject.decsPrimaryEsquistossomose / epidemiologiapt_BR
dc.subject.decsPrimarySistemas de Informação Geográfica / utilizaçãopt_BR
dc.subject.decsPrimaryAnálise Espacialpt_BR
dc.subject.decsPrimaryBiomphalaria / crescimento & desenvolvimentopt_BR
dc.subject.decsPrimaryFatores de Riscopt_BR
dc.subject.decsPrimaryCentros de Saúdept_BR
dc.subject.decsPrimaryIlha de Itamaracá (PE)pt_BR
dc.subject.decsPrimaryForte Orange (PE)pt_BR
dc.subject.decsPrimaryIpojuca (PE)pt_BR
dc.subject.decsPrimarySerrambi (PE)pt_BR
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Aggeu Magalhães. Recife, PE, Brasil / Instituto Aggeu Magalhães. Departamento de Saúde Coletiva. Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Recife, PE, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Aggeu Magalhães. Recife, PE, Brasilpt_BR
dc.creator.affilliationMinistério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Ananindeua, PA, Brasil.pt_BR
dc.creator.affilliationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Aggeu Magalhães. Recife, PE, Brasilpt_BR
dc.identifier.doi10.11606/S1518-8787.2017051000069-


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